1- O que fez Kardec deixar de ser um incrédulo nas manifestações?
Kardec, antes um incrédulo, resolveu estudar a fundo tudo do que se tratava as manifestações espirituais, ele tinha em mente que tudo que a Razão não repelisse, deveria ser estudado e aprofundado pra saber de fato quais as verdades por trás de tal assunto, assim, Kardec começou a frequentar as reuniões espíritas, a recolher as mensagens e anotar as manifestações, viu como as manifestações se davam iguais em varias partes do mundo e por pessoas que não possuíam nenhum conhecimento uma da outra.
Quando percebeu que por trás de todas as manifestações havia mesmo um principio inteligente, foi que colocou em pratica os estudos mais avançados, e assim, foi se convencendo e aprendendo com cada nova manifestação se tornando o principal divulgador, codificador e defensor da Doutrina.
2- Qual analogia Kardec usa para exemplificar a verdade do espiritismo ante a ciência?
“Dizem que seres invisíveis se comunicam; por que negá-lo?
“Antes de inventar-se o microscópio, suspeitava alguém que existissem esses milhares de animálculos que causam tantos estragos à economia?"
“Onde a impossibilidade material de haver no espaço seres que escapem aos nossos sentidos?"
“Teremos, acaso, a ridícula pretensão de saber tudo, e de dizer que Deus nada mais nos pode revelar"?
“Se esses seres invisíveis, que nos rodeiam, são inteligentes, por que não poderão comunicar-se conosco? Se estão em relação com os homens, devem desempenhar um papel no seu destino, nos acontecimentos da vida destes. Quem sabe se eles não constituem uma das potências da natureza, uma dessas forças ocultas de que nem suspeitávamos"?
“Que novo horizonte vai abrir-se ao pensamento! Que campo tão vasto de observação"!
“São ideias tão estranhas”, dizem, “que não se lhes deve dar crédito, mas a isso se pode responder que data de meio século a possibilidade de, em alguns minutos, estabelecer-se correspondência entre dois pontos opostos do nosso planeta; em algumas horas, atravessar-se a França; com o vapor produzido por um pouco de água fervente, um navio avançar contra o vento; e tirarmos da água os meios de iluminar-nos e aquecer-nos.
“Quem, há meio século, se tivesse proposto iluminar toda a cidade de Paris em um instante e com um só reservatório de uma substância invisível, apenas conseguiria fazer rir de si.
“Será isso, porventura, coisa mais prodigiosa que o espaço ser povoado pelos seres pensantes que, depois de haverem vivido na Terra, nela deixaram seu invólucro material"?
“Não se achará neste fato a explicação de tantas crenças que existem desde os mais remotos tempos"?
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